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Classificação Científica

Reino: Animalia
Filo: Chordata
Classe: Aves
Ordem: Gruiformes
Família: Rallidae
 Rafinesque, 1815
Espécie: M. schomburgkii

Nome Científico

Micropygia schomburgkii
(Schomburgk, 1848)

Nome em Inglês

Ocellated Crake


Estado de Conservação

(IUCN 3.1)
Pouco Preocupante

Fotos Sons

Maxalalagá

O maxalalagá é uma ave gruiforme da família Rallidae.

Nome Científico

Seu nome científico significa: do (latim) mikros = pequeno; e -pugios = rabadilha, garupa, uropígio; e de schomburgkii = homenagem ao explorador britânico de origem alemã, Sir Robert Hermann Schomburgk-(1804-1865). ⇒ (Ave) de Schomburgk com uropígio pequeno ou (ave) de Schomburgk com rabadilha pequena.

Características

Mede entre 14 e 15 centímetros de comprimento e pesa entre 24 gramas a fêmea e 40 gramas o macho.
Pequena espécie de plumagem ocelada semelhante a certas codornas(família Tinamidae). De bico curto, plumagem das partes superiores parda pintada de branco e debruada de negro; partes inferiores amarelas ferrugíneas clara, abdômen branco, bico azul-esverdeado. A voz é como o estridular de um gafanhoto.

ESPÉCIE SEM DIMORFISMO SEXUAL

Subespécies

Possui duas subespécies reconhecidas:

(IOC World Bird List 2017; Piacentini et al., 2015).

Fotos das subespécies de Micropygia schomburgkii
(ssp. schomburgkii) (ssp. chapmani)
Canto (Micropygia schomburgkii schomburgkii) Canto (Micropygia schomburgkii chapmani)
Micropygia schomburgkii chapmani
WA1108166

Alimentação

Insetívoro, consome grandes quantidades de formigas.

Reprodução

Constrói um ninho esférico de capim seco, com entrada lateral, a 50 cm do solo, às vezes próximo de buritizais, em soqueiras de capins altos.

Hábitos

Habita campos limpos, campos sujos, cerrados em bordas de matas secas e savanas de cupim, podendo adentrar por áreas parcialmente alagadas. Difícil observação em campo, raramente alça voos curtos, preferindo se afastar correndo quando assustado e adentrar os túneis de roedores campestres ou em buracos de tatus.
Torna-se vítima frequente do lobo guará (Chrysocyon brachyurus) e de aves de rapina campestres como o falcão-de-coleira(Falco femoralis), que podem encurralar suas presas durante os incêndios esporádicos em seu habitat.

Distribuição Geográfica

Ocorre nos estados da Bahia, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Rondônia, Roraima, São Paulo, Tocantins e Distrito Federal. Em Goiás apresenta ocorrência no Parque das Emas e Parque Estadual dos Pireneus. No DF possui registros na FLONA de Brasília e no Altiplano Leste.

Referências

Consulta bibliográfica sobre as subespécies:

Galeria de Fotos